domingo, 9 de abril de 2017

ATENÇÃO: Porta-aviões dos EUA e sua frota seguem para Coreia do Norte


ATENÇÃO: Porta-aviões dos EUA e sua frota seguem para Coreia do Norte

G1 - Comando do Pacífico dos EUA diz que 'a principal ameaça na região continua sendo a Coreia do Norte, devido a seu temerário, irresponsável e desestabilizador programa de testes de mísseis'.

USS Carl Vinson, em foto de arquivo, de 28 de março, em exercício no Oceano Pacífico 
(Foto: Matt Brown / US Navy / via AFP Photo)Os Estados Unidos ordenaram que o porta-aviões "USS Carl Vinson" e seu grupo de ataque em águas próximas seguissem neste último sábado (8) para a Coreia do Norte, como uma demonstração de força, após novas provocações do regime de Kim Jong-un. Um porta-aviões dos Estados Unidos e sua frota se dirigiam neste sábado (8) para a península coreana, informaram fontes militares.
Esse movimento coincide com a intenção de Washington de promover sua capacidade defensiva na região frente às ambições nucleares da Coreia do Norte.
Fontes do Pentágono confirmaram à "CNN" que o almirante Harry Harris, chefe do Comando do Pacífico, ordenou a mobilização do porta-aviões e toda a sua frota de ataque em águas próximas da península coreana.
"O comando do Pacífico dos Estados Unidos ordenou ao grupo aeronaval do porta-aviões USS Carl Vinson que se mobilize como medida prudente para manter sua disposição e presença no Pacífico", explicou o porta-voz Dave Benham.
"A principal ameaça na região continua sendo a Coreia do Norte, devido a seu temerário, irresponsável e desestabilizador programa de testes de mísseis e a sua busca de armamento nuclear", acrescentou.
Movimento ocorre poucos dias depois de os EUA bombardearem uma base na Síria, que, segundo o presidente Donald Trump, teria lançado os aviões que atacaram rebeldes com misseis químicos, matando mais de 80 pessoas.
O USS Carl Vinson, sob o controle da Terceira Frota suspendeu uma visita planejada para a Austrália.
O envio do porta-aviões ocorre na semana em que Donald Trump recebeu na Flórida o presidente chinês Xi Jinping, e ambos discutiram a necessidade de evitar novas provocações de Pyongyang.

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